sábado, 23 de abril de 2016

23 de Abril – Devocional Diário CHARLES SPURGEON

23 de Abril – Devocional Diário CHARLES SPURGEON

Por Charles H. Spurgeon23/04/2016

Versículo do Dia:“Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.” (Romanos 8.37)

Vamos a Cristo para receber perdão e depois, com muita frequência, olhamos para nós mesmos em busca de poder para lutarmos contra nossos pecados. Paulo falou as seguintes palavras de repreensão: “Ó gálatas insensatos! Quem vos fascinou a vós outros, ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado? Quero apenas saber isto de vós: recebeste o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne?” (Gálatas 3.1-3).

Traga os seus pecados à cruz de Cristo, pois somente ali o velho homem pode ser aniquilado (ver Romanos 6.6). Estamos crucificados com Cristo. A única arma com a qual lutaremos contra o pecado é lança que penetrou o lado de Jesus. Por exemplo, como você pode vencer seu mau gênio? Talvez você nunca experimentou a solução correta de trazê-lo ao Senhor Jesus. Como foi que obtive a salvação? Vim a Jesus como eu estava e confiei nEle para salvar-me. É deste mesmo modo que eu tenho de mortificar meu temperamento descontrolado; é a única maneira pela qual eu posso fazê-lo morrer. Tenho de levá-lo à cruz e clamar: “Senhor Jesus, creio que Tu podes me livrar deste temperamento explosivo”. Esta é a única maneira de golpear fatalmente esse temperamento. Você é cobiçoso? Sente que o mundo está enlaçando-o? Você pode lutar contra este mal o quanto desejar, mas você nunca será liberto dele, exceto pelo sangue de Jesus. Entregue-se a Ele. Diga-Lhe: “Senhor, eu tenho confiado em Ti, teu nome é Jesus pois Tu salvas teu povo dos pecados deles. Senhor, este é um de meus pecados; salva-me dele!” A Lei é nada sem Cristo, no que se refere a acabar com o pecado. Seu arrependimento, suas orações e lágrimas – todos juntos – nada valem sem Jesus. Ninguém, exceto Jesus, pode transformar pecadores ou os santos desamparados em homens bons. Se você quer ser um vencedor, isso tem de acontecer por intermédio do Senhor Jesus.

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Por: Charles Spurgeon. © 2016 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados.


O BAJULADOR SEM AMIGOS

O BAJULADOR SEM AMIGOS



Um dos pecados mais pública e socialmente aceitável é a bajulação. É por isso também que este é um pecado tão perigoso. Considere esse provérbio iídiche: “A bajulação faz amigos e a verdade faz inimigos”. Mas os amigos feitos pela bajulação não são realmente dignos de se ter.

A verdadeira amizade vem com trabalho duro, mas muitos de nós ficamos facilmente satisfeitos com a falsa amizade, o tipo fácil de amizade que não exige muito de nós (Jo 15.13).



Há um jogo que deve ser jogado na igreja quando há interesses de avanço pessoal. Muito frequentemente, o bajulador é um “amigo” que, para citar Aristóteles, “é seu inferior, ou finge ser”.

Aristóteles oferece uma importante ideia: o bajulador deveria ser seu inferior, mas quase sempre ele está simplesmente fingindo ser para conseguir algo de você. Bajulação é egoísmo. Ela finge dar, mas, na verdade, toma, abusa e controla

Bajulação também é facilmente recebida. Nós amamos um bom elogio, e até acreditaremos numa mentira por causa de nosso orgulho. Espinoza disse que “ninguém é mais enganado pela bajulação que o orgulhoso, que deseja ser o primeiro e não é”.

Bajulação é elogiar outros para parecer mais amável e inteligente. É uma forma de mentira. Ela quebra vários mandamentos, especialmente, o sexto, o oitavo e o novo. Bajulação é uma forma de manipulação que tem egoísmo escrito por toda ela.

O amigo de Jó não usaria de bajulação com ninguém (Jó 32.21). Ele provavelmente perderia seu emprego em uma organização onde a bajulação é não somente esperada, mas exigida pela cultura criada pelos que estão no poder.

As pessoas até retuitam elogios feitos a elas. Imagine isso. Isso realmente acontece. Talvez Sl 12.3 ou Pv 27.2 seja uma boa leitura devocional antes de navegar na web?
Há soluções para isso. Peça para Deus lhe dar alguns amigos verdadeiros, do tipo que leva Pv 27.6 a sério. Peça que Deus lhe dê amigos que creem na promessa de Pv 28.23, assim como nos alertas de Pv 29.5. Afinal, há uma grande diferença entre esses tipos de amigos e as amizades que são feitas por propósitos “políticos”.

Quando a vida fica difícil, o bajulador segue a vida: ele abandona você em seu desespero para que ele possa procurar outro alguém que alimentará seu desejo maligno.

Eu acho – e isso é muito triste – que há muitas pessoas que simplesmente não têm amigos. Elas podem ser geralmente queridas em público, mas não têm amigos que lhes dirão o que elas precisam ouvir. Elas colocaram-se em posições em que simplesmente ouvem apenas “sim”.

Cristo não bajulou seus amigos enquanto estava na terra (Mt 16.23; Lc 24.25), e ele não faz isso agora no céu (Ap 3.19).

O amor cristão sempre coloca Cristo entre eu e o outro. Isso evita que eu tenha um relacionamento imediato com o outro. Quando eu espero um relacionamento imediato com o outro – um relacionamento em que Cristo não está entre nós – eu sempre domino e manipulo. Eu espero louvor e recuso a receber uma repreensão. Eu manipulo o outro e imponho minha vontade sobre ele. Eu uso o outro para meus propósitos malignos. Sem a mediação de Cristo, todos os relacionamentos se desenvolvem e terminam comigo como o único digno de louvor e adoração. É por isso que a bajulação é tão ruim: ela separa Cristo dos outros e evita que os outros se relacionem comigo nEle.

 
Autor: Mark Jones
Tradutor: Josaías Jr
Fonte: www.reformation21.org


Extraído de: http://www.materiasdeteologia.com/2016/04/o-bajulador-sem-amigos.html#ixzz46gUMopbJ 

MATERIASDETEOLOGIA.COM: O BAJULADOR SEM AMIGOS

MATERIASDETEOLOGIA.COM: O BAJULADOR SEM AMIGOS: Um dos pecados mais pública e socialmente aceitável é a bajulação. É por isso também que este é um pecado tão perigoso. Considere esse...

sexta-feira, 22 de abril de 2016

“Tudo como dantes no quartel d’ Abrantes”...

“Tudo como dantes no quartel d’ Abrantes”...

 

 

A frase surgiu no início do século 19, com a invasão de Napoleão Bonaparte à Península Ibérica. Portugal foi tomado pelas forças francesas, porque havia demorado a obedecer ao Bloqueio Continental, imposto por Napoleão, que obrigava o fechamento dos portos a qualquer navio inglês. Em 1807, uma das primeiras cidades a serem invadidas pelo general Jean Androche Junot, braço-direito de Napoleão, foi Abrantes, a 152 quilômetros de Lisboa, na margem do rio Tejo. Lá instalou seu quartel-general e, meses depois, se fez nomear duque d’Abrantes.

 

O general encontrou o país praticamente sem governo, já que o príncipe-regente dom João VI e toda a corte portuguesa haviam fugido para o Brasil. Durante a invasão, ninguém em Portugal ousou se opor ao duque. A tranquilidade com que ele se mantinha no poder provocou o dito irônico. A quem perguntasse como iam as coisas, a resposta era sempre a mesma: “Esta tudo como dantes no quartel d’Abrantes”.

 

Até hoje se usa a frase para indicar que nada mudou.

 

10 valores que devem ser ensinados aos filhos

10 valores que devem ser ensinados aos filhos

 

 

Educar os filhos é um dos maiores desafios enfrentado pelos pais, e um dos pontos mais importantes dessa tarefa é ensinar os bons valores à posteridade. Ter um bom caráter, distinguir o certo do errado, aprender a dividir, a ouvir, a respeitar… Esses são só alguns exemplos da educação que deve ser iniciada em casa.

Os bons valores são o que fazem com que a sociedade seja um lugar melhor para se viver e isso independe de cor, crença ou classe social. Por isso é importante passar esses ensinamentos aos pequenos o quanto antes.

Aqui estão 10 bons valores a serem ensinados aos filhos. O que mais você acrescentaria à lista?

Respeito

Pela família, pelos amigos e também por desconhecidos. É não ofender pessoas, ou menosprezá-las e entender que a sua liberdade termina quando a do outro começa. Cuidar do meio ambiente também entra na lista: jogar papel no lixo, não quebrar o banco da praça, prezar pelo espaço público. São pequenos atos que demonstram respeito ao espaço do outro e também ao espaço em que se vive. Respeitar as diferenças também é muito importante principalmente nesta época de Bulling

Gentileza

É o "por favor", o "muito obrigado", o "bom dia", o "com licença". É oferecer ajuda à quem precisa, parar o carro para o pedestre atravessar na faixa e agradecer quando o motorista faz o mesmo por você.

Empatia

Já ouviu aquela frase: "não faça aos outros o que você não gostaria que fizessem com você"? Pois é. Colocar-se no lugar do outro é o primeiro passo para evitar muitos conflitos desnecessários. Também não debochar dos sentimentos alheios: você nunca sabe o que o outro está enfrentando ou teve que enfrentar.

Humildade

É entender que ninguém é melhor do que ninguém. Aceitar e assumir os erros também faz parte do aprendizado.

Responsabilidade

Cumprir com o que prometeu, aceitar e assumir erros (afinal errar é humano!), respeitar horários e obrigações. Se todo mundo faz a sua parte (mesmo que pareça pouco) o mundo flui melhor.

Persistência

Aceite que muitos erros serão cometidos antes do primeiro acerto e não desistir no primeiro obstáculo ou mesmo seguir sempre em frente, apesar das falhas. Às vezes é necessário apenas olhar o problema por um outro ângulo para conseguir resolvê-lo.

Tolerância e paciência

O mundo é composto por bilhões de pessoas e nem todas irão pensar ou agir da mesma forma que você ou terão as mesmas convicções e valores. Aprender a ser tolerante com quem é diferente torna as relações mais leves.

Integridade

É comum os pais ouvirem: "ah, mas todo mundo faz, por que eu não posso?". Fazer o certo, mesmo que todo mundo esteja fazendo errado. Fazer o bem, mesmo que ninguém esteja olhando ou que nenhuma recompensa seja dada. Discernir o certo do errado e seguir o que se acredita ser o correto sempre, e não de acordo com a conveniência do momento. Ser honesto, ético e justo.

Lealdade

Ser fiel aos amigos e a quem se quer bem. A pessoa que é leal é aquela em que se pode confiar e contar sempre.

Solidariedade

Aprender a dividir e doar o que se pode e o que se tem a quem precisa - sejam roupas ou mesmo um pouco de tempo e atenção. As crianças aprendem pela cópia, isso é fato. Então se você quer que o seu pequeno diga bom dia, por favor e obrigado, você terá que ser a primeira a dar o exemplo.

 

Enviado por:

Pr. José Rene Toledo - rene@batistas-mg.org.

Diretor Executivo

OPBB – Seção Minas Gerais

31 3429  2030

 

O PASTOR SIQUEIRA MORREU

 

O PASTOR SIQUEIRA

MORREU

 

332

"Como? O Pr. Siqueira morreu? Meu Deus! Tão jovem, tão ativo! Que tragédia!"

 

"Não! O Pr. Siqueira? Não é possível! Ele pregou domingo à noite e estava cheio de planos! O que aconteceu? Ataque cardíaco? Jesus amado..."

 

Aos poucos os irmãos ligavam uns para os outros. A notícia chegou à ordem de pastores e estes também repercurtiam a notícia.

 

"Ah, Senhor, que tristeza! Um homem tão experiente, tinha tanto para dar, agora recolhido às mansões celestiais! Estamos empobrecidos!"

 

"Como eu queria ter tido tempo para beber de sua sabedoria, enriquecer a minha alma, infelizmente os afazeres do dia a dia me impediram de um contato mais longo..."

 

Chegou a hora do culto da saudade, culto fúnebre. Igreja cheia, lágrimas, dor, mas gratidão pela vida do obreiro. Familiares se revezavam nos cuidados para com os presentes, pastores teciam elogios, enfim, tudo muito bem feito e participativo.

 

O cortejo acompanhou o caixão até o cemitério. Mais um culto, hinos e, enfim, o sepultamento propriamente dito. Aos poucos todos se despediram, cada um tomou o seu lugar nos automóveis e ônibus e acabou a celebração. No cemitério apenas a terra revolvida e o jovem caixão com o Pr. Siqueira.

 

Ele deixara a vida para entrar na história, como diria Getúlio Vargas. Mas deixara a igreja terreal, os amigos, os irmãos, os familiares, os vizinhos, os bancos, a receita federal, tudo. Ele agora era um nome no obituário, não na lista telefônica.

 

Com os dias e meses as pessoas percebiam o quanto perderam tempo e oportunidade. "Ah, como eu gostaria de ter conversado mais com o Pr. Siqueira!"; "Sinto falta dos seus conselhos"; "Como me lembro de suas prédicas, sempre bem feitas e planejadas!"; "Que falta faz a sua administração!"; "Sinto falta de papai; eu poderia ter dito que o amava, mas não o fiz!"; "Perdi tanto tempo na cozinha ou comigo mesmo, e agora sinto que poderia ter vivido melhor o nosso casamento!".

 

O mundo evangélico também sentia. As revistas cristãs queriam ouvir a opinião daquele querido pastor, tão bíblico e tão equilibrado; mas agora era tarde. Eles lembravam-se de quantas vezes ele os procurara para publicar algum sermão ou artigo, mas nunca lhe deram a oportunidade. A denominação à qual pertencia ressentia-se de não ter oferecido oportunidades melhores para o obreiro, mesmo percebendo que ele sempre estava presente, disposto a cooperar e possuia um carisma profundo e grande temor do Senhor. A igreja que pastoreou sentia falta de seus sermões; muitos que faltavam à Escola Bíblica Dominical, cultos noturnos ou de oração, agora lamentavam-se, dizendo: "tivemos tantas chances de ouvi-lo e agora lamentamos e sintimos falta de seus sermões..."

 

E assim família, igreja, mundo cristão e a sociedade em geral descobrem-se pobrea, terrivelmente pobrea, convictos de que era ricos e não deram o devido valor ao Pr. Siqueira. Se o tempo pudesse voltar, certamente ouviriam mais o querido pastor, dariam a ele maior atenção, desfrutariam de sua preciosa companhia e publicariam suas preciosas mensagens, tão caras e tão bíblicas. Mas o tempo não para e no Rio do Tempo os que saem não regressam mais, senão no dia do grande julgamento. Uma vida que se vai é uma página que se vira na agenda da existência.

 

Enquanto escrevo muitos estão a imaginar: quem era esse Pastor Siqueira? De onde era, que igreja pastoreava, quando morreu?

 

E eu digo: o Pastor Siqueira pode ser qualquer um dos pastores que estão nos púlpitos a pregar, nos gabinetes a atender, nas casas a cuidar das famílias, nas denominações a participar de suas atividades. Estes obreiros, talvez por manterem pouco interesse político não brilham como outros. E o brilho dos demais não significa que não possuam algo precioso, importante, "sui generis". Eles só não são percebidos. Muitas vezes os membros de suas igrejas deixam de ouvi-lo nos cultos, faltando nas atividades, porque sabem que domingo após domingo poderão encontrá-lo lá, pronto a pregar, a ensinar e a aconselhar. Deixam essas oportunidades para mais tarde. Muitos familiares, principalmente filhos e netos, mantém como prioridade a sua própria geração, relegando a atenção ao velho obreiro apenas aos dias especiais ou a momentos em que estejam com a agenda vazia. Muitos estão tão seguros de que tal pessoa sempre estará presente, que o confundem com um móvel, um patrimônio, uma árvore. Mas móveis se deterioram; patrimônios se perdem; árvores morrem. E pastores não duram para sempre.

 

Lembrem-se dos velhos obreiros que cuidaram de suas igrejas. Lembrem-se de suas esposas. Por onde andam? Lembrem-se dos pastores idosos que frequentam a igreja; como estão? Há um poço de conhecimentos e uma fonte de grande sabedoria numa boa prosa e numa boa conversa com eles. As novas gerações poderiam beber de sua longa experiência de vida. A família poderia valorizar-lhe mais, amar-lhe mais, torná-lo mais especial e presente, não um estorvo ou algo secundário no dia a dia da casa.

 

Vamos dar maior valor aos nossos pastores veteranos. Eles morrem. Eles partem. Eles um dia deixarão de pregar. Ouvi-los no púlpito ou nos cultos domésticos é algo que podemos fazer agora, mas isso um dia terminará. Lê-los e poder discutir seus textos com eles é um privilégio dos contemporâneos, não dos futuros leitores. E dar oportunidade para que falem, publiquem, escrevam, deve ser algo atual para as editoras e rádios, mesmo ceder o próprio púlpito para os pastores idosos; deixar tudo isso para amanhã é perder para sempre. E essa perda jamais será compensada.

 

Que tal dar mais valor ao seu Pastor Siqueira enquanto ele está vivo?

 

Pr. Wagner Antonio de Araújo

20/04/2016

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MAÇÃS DE OURO EM SALVAS DE PRATA

 
 

MAÇÃS DE OURO
EM SALVAS DE
PRATA
 
333
Como maçãs de ouro em salvas de prata,
assim é a palavra dita a seu tempo.
(Provérbios25:11).
 
Antes de me casar fiquei responsável por adquirir as alianças. Lembro-me que paguei-as em 10 prestações, um preço considerável. Eram de ouro, durariam a vida inteira. Elas estão em nossos dedos há cinco anos. Seu peso, entretanto, é pequenino; mesmo assim, são caras; afinal, são de ouro, o metal mais nobre, metal duradouro, maravilhoso. E uma maçã de ouro, corresponderia a quantas alianças? Creio que 500, talvez. O preço ultrapassaria a casa de um milhão de reais. O texto fala de "maçãs". Imaginem o quão cara seria essa salva de prata com várias delas! Aliás, eu nunca vi uma maçã de ouro. Salvas de prata sim. Existem nas antigas pratarias de família, ou nos hotéis luxuosos. Peças de ouro e prata são dignas de um palácio e são usadas em momentos especiais, tamanha a sua importância e elegância.
 
Diz o texto bíblico que a palavra dita a seu tempo vale tanto quanto essa fortuna em ouro e prata! Palavras benditas e adequadas são riquezas incomensuráveis!
 
Vivemos em uma época em que os políticos e os que usam dos meios de comunicação não avaliam o quanto as suas palavras deveriam ser prata escolhida e ouro de primeira. Infelizmente o que ouvimos não tem valido um tostão furado, um níquel sequer. São palavras inadequadas, chulas, mal pronunciadas, gramática e foneticamente incorretas, de má índole, falsas, hipócritas, cheias de combate ideológico e com nenhum lastro de decência. E, infelizmente, o mesmo se dá em nossas casas, em nosso trabalho, em nossos relacionamentos, em nossos meios de comunicação, em nossas mídias de relacionamento social.
 
Lembram-se da frase "vinde a mim todos vós, que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei"? Foram ditas há dois mil anos e continuam a valer uma fortuna! Foi Cristo quem a pronunciou. Lembro-me que os evangelhos narram a ira dos sacerdotes contra os soldados que foram prender a Jesus e não o fizeram. Questionados sobre o porquê de lhe deixar livre, disseram: "nunca ninguém falou como esse homem!" (João 7.46).
 
Palavras deveriam ser escolhidas, cultivadas, trabalhadas, buriladas, até que fossem pronunciadas. A bíblia nos diz que os homens darão conta de cada palavra pronunciada, e que, por elas, todos seremos julgados. "Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado." (Mt 12:37); "Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo." (Mt 12:36)
 
Palavras adequadas e ditas em momento certo podem evitar tragédias! Lembro-me de Abigail, esposa de Nabal. Davi e seus soldados prestavam segurança na área. Um dia Davi solicitou a Nabal que desse alguma coisa para que pudessem matar a fome, visto ser ele um próspero e ter sido protegido pelos soldados por um bom tempo. Nabal não apenas negou como desprezou a Davi e a seus soldados. Enfurecido, o futuro rei correu com os soldados a atacar a fazenda desse néscio. A mulher de Nabal, Abigail, informada do fato, correu encontrar-se com Davi, na estrada. Prostrada, implorou a Davi que não levasse em consideração a loucura do esposo e que não maculasse o seu futuro império com o sangue de um homem que, na verdade, não valeria a pena. E forneceu-lhe víveres. Davi declara: "Bendito o Senhor Deus que te enviou ao meu encontro". Abigail livrara o esposo da morte pela espada, e a Davi de sujar-se com o sangue daquele ímpio. Uma palavra que desviou um extermínio!
 
Lembro-me também do caso de Elias. Acazias, rei doente de Samaria, mandara prender o profeta por ter ele admoestado o imperador, dizendo que não precisava clamar a deuses, pois havia Deus em Israel. Acazias enviou um regimento e o comandante, áspero, mandou que o homem de Deus o seguisse. Elias disse: "se sou homem de Deus, que caia fogo do céu". E caiu mesmo, queimando o comandante e o regimento. Outro capitão foi enviado. Mais uma vez o comandante, arrogante, ordenou que Elias viesse. Novamente fogo do céu fulminou os soldados. O terceiro regimento, ao chegar, teve um comandante sábio. Este, sabedor de que era um homem de Deus que iria prender, disse: "tenha piedade, homem de Deus, que as nossas vidas sejam preciosas diante de ti". Então Elias, orientado por Deus,  seguiu com o capitão. Esse sábio militar soube usar adequada e respeitosamente as palavras, salvando os seus cinquenta soldados, além da sua própria vida.
 
E nós? Quantas vezes nos arrependemos das palavras ditas num momento de fúria, de agitação, de desentendimento, e depois pagamos caro por elas? Quantos casamentos se deterioram por causa de palavras? Quantos pais rompem com seus filhos por causa de palavras? Quantas igrejas são destruídas devido às palavras ditas do jeito errado, na hora errada? Porém, igualmente verdadeiro é o número de vezes em que Deus, em Sua graça, nos usa com palavras de edificação, palavras de paz, palavras de sabedoria, palavras de luz, que rompem uma crise e irrompem luz na escuridão da violência! As palavras sábias podem levar um possível suicida a reescrever a sua história. As palavras certas podem mudar o curso de um criminoso, o abismo de um promíscuo, a loucura de um terrorista. As palavras sábias podem erguer um doente da cama e dar fôlego de vida a um aposentado desiludido com o futuro. Palavras sábias edificam uma igreja!
 
Bem, que tipo de palavras temos usado em nosso quotidiano? Será que temos palavras tão valiosas quanto maçãs de ouro em salvas de prata, disponíveis na hora certa e para as pessoas certas? Ou será que as nossas palavras são bolhas de sabão em pratinhos de papelão corroído, que não valem um tostão? Será bom avaliarmos o quão valiosa tem sido a nossa boca, o quão edificante tem sido a nossa língua e o quão relevantes têm sido as nossas frases.
 
Que possamos servi-las como maçãs de ouro, como palavras que realmente valem.
 
E servi-las em salvas de prata, nos momentos especiais, na hora certa, do jeito certo, para a glória de Deus.
 
Amém.
 
Wagner Antonio de Araújo
mensagem da quarta-feira, no culto intersemanal, 20/04/2016
Igreja Batista Boas Novas do Rodoanel em Carapicuíba, São Paulo, Brasil
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quarta-feira, 20 de abril de 2016

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Pr. Walmir Vigo Gonçalves – Primeira Igreja Batista em Muqui – ES

 

20/04/2016

 

Estudo elaborado a partir de outros cujas referências se encontram ao final.

 

01. Hoje é o dia em que nós, Batistas Brasileiros, celebramos a Deus pela Escola Bíblica Dominical. Então nosso assunto hoje é esse, EBD – Escola Bíblica Dominical.

02. É escola porque é instituição de ensino, é Bíblica porque ensina a Bíblia e é, no nosso caso, Dominical, porque é no Domingo que nos reunimos com esse propósito. Alguns há que em e por causa de seu contexto acharam por bem mudar o dia mas permaneceram com o nome EBD, com a diferença de que o D passou a indicar não mais o dia, e sim o dinamismo dessa agência de ensino, ficando assim: Escola Bíblica Dinâmica. Não importa, o objetivo é o mesmo.

03. Paulo, escrevendo a Timóteo, diz que Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.” (2 Timóteo 3:16 RC). E quando ele escreve aos Efésios, fala sobre o fato de que Deus chamou alguns para apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores – pessoas que ensinam, portanto. O objetivo é o aperfeiçoamento dos santos, a edificação do corpo de Cristo, “para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente.” (Efésios 4:14 RC)

04. Nos tempos do Antigo Testamento o Pai era orientado a ensinar ao seu filho a lei de Deus e isso ele devia fazer assentado, de pé, deitando, levantando... enfim, de todas as formas possíveis.

05. E de todas as formas possíveis hoje também a Palavra de Deus deve ser ensinada, e uma dessas formas, uma excelente forma, é a EBD, seja ela "Dominical" ou "Dinâmica".

06. Mas é uma "via de mão dupla". Quero dizer com isso que a igreja tem o dever de prover os meios de ensino, mas cada membro em particular tem o dever de fazer uso desses meios que a igreja tem procurado prover. Qual tem sido a sua atitude?

07. Vejamos apenas três coisas sobre a EBD nesta manhã: o que é, qual a origem e qual a importância.

 

O QUE É A EBD?

 

08. A EBD é uma agência de ensino do reino de Deus. É um método de ensino da bíblia que objetiva levar o aluno a crer em Jesus como único e suficiente Salvador, crescer na fé e no conhecimento bíblico e colocar em prática aquilo que se aprendeu.

09. O Pr. Kleberson Gonçalves, em palestra desenvolvida para ser apresentada na PIB Camargo Novo em Abril de 2013, falou, palavras dele mesmo ou citando alguém, sobre a EBD:

a.    É departamento mais importante da igreja, porque evangeliza enquanto ensina, cumprindo assim, de forma cabal, as duas principais demandas da Grande Comissão, que nos entregou o Senhor Jesus (Mt 28.19-20);

b.    É a única agência de educação popular de que dispõe a igreja, a fim de divulgar, de maneira devocional, sistemática e pedagógica, a Palavra de Deus sendo esta o livro texto da Escola Dominical. Como diz Hernandes Dias Lopes “É inspirada por Deus e escrita por homens santos; ela é nascida no céu, amada na terra e perseguida pelo inferno. A Bíblia é o livro dos livros: O livro mais lido e o mais negligenciado; o livro mais amado e o mais odiado; o livro mais publicado, mais comentado e mais difundido de toda a história da literatura universal”

c.    É lugar de discipulado, treinamento e aperfeiçoamento dos santos para obra do ministério. Essa escola informa, transforma e treina pessoas para a realização da obra de Deus.  Uma pesquisa efetuada pelo Dr. C. H. Benson referenda o que está sendo dito: “Um cálculo muito modesto assinala que 75% dos membros de todas as denominações, 85% dos obreiros e 95% dos pastores e missionários foram, em algum tempo, alunos da Escola Bíblica Dominical”.

 

QUAL A ORIGEM DA EBD?

 

10. A EBD nasceu do coração e da visão de um jornalista Episcopal chamado Robert Raikes em 27 de julho de 1780. Certo dia em sua sala enquanto escrevia acerca do sistema carcerário na Inglaterra, observou de sua janela crianças de sua cidade sem horizontes, sem rumo, falando palavrão e largadas nas ruas. O índice de criminalidade juvenil estava em alta. Isto se deu  bem na época da Revolução industrial em que tanto os pais como os filhos trabalhavam nas fábricas. Aos domingos enquanto os pais descansavam, as crianças e adolescentes ficavam jogados nas ruas sem estudo, sem nenhum cuidado do governo.  Não havia escolas publicas. Os mais abastados colocavam seus filhos em escolas particulares enquanto os filhos dos operários ficavam a míngua sem nenhuma assistência. Comovido com esta situação, Raikes saiu pelas ruas convidando os pequenos transgressores a que se reunissem todos os domingos para aprender a Palavra de Deus. Junto com o ensino religioso, ele também ministrava aulas de gramática, história, matemática etc. Não demorou muito e a escola de Raikes já estava bem popular. Com a popularidade veio muita perseguição inclusive de muitas igrejas que criticavam seu serviço no “dia do Senhor”. No dia 03 de Novembro de 1783 Raikes publicou os resultados de seu trabalho em seu Jornal. Este ficou sendo a data escolhida como o dia da fundação da Escola Dominical.

11. O Pastor Antonio Gilberto a esse respeito escreve: “Mal sabia Raikes que estava lançando os fundamentos de uma obra espiritual que atravessaria os séculos e abarcaria o globo, chegando até nós, a ponto de ter hoje dezenas de milhões de alunos e professores, sendo a maior e mais poderosa agencia de ensino da Palavra de Deus de que a Igreja dispõe”

12. No Brasil o nascedouro foi a cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro em 19 de agosto de 1885. Neste dia os missionários escoceses Robert e Sara Kalley dirigiram a primeira EBD em solo brasileiro. O grupo era pequeno apenas cinco crianças, mas foi o suficiente para que este trabalho florescesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país.

 

QUAL A IMPORTÂNCIA DA EBD?

 

13. O saudoso Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho, falando sobre a EBD, destacou, citando trecho bíblicos, o fato de que o ensino, no caso, o ensino na EBD, é importante:

a.    Para as gerações futuras: “Ensinem-nas a seus filhos, conversando a respeito delas quando estiverem sentados em casa e quando estiverem andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem” (Dt 11.19) / “Disse ele aos israelitas: No futuro, quando os filhos perguntarem aos seus pais: ‘Que significam essas pedras?’ Expliquem a eles: Aqui Israel atravessou o Jordão em terra seca” (Js 4.21-22)

b.    Para a geração presente: “Pois tudo o que foi escrito no passado, foi escrito para nos ensinar, de forma que, por meio da perseverança e do bom ânimo procedentes das Escrituras, mantenhamos a nossa esperança.” (Rm 15.4)

c.    Para aqueles que ensinam, porque é um dom dado por Deus: “Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine;” (Rm 12.7)

d.    Porque não basta ir: “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”. (Mt 28.19-20)

e.    Porque o Espírito Santo ensina e lembra: “Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse.” (Jo 14.26)

f.     No templo e de casa em casa: “Todos os dias, no templo e de casa em casa, não deixavam de ensinar e proclamar que Jesus é o Cristo.” (At 5.42)

g.    Para que haja firmeza: “Se trabalhamos e lutamos é porque temos colocado a nossa esperança no Deus vivo, o Salvador de todos os homens, especialmente dos que creem. Ordene e ensine estas coisas.” (1Tm 10.11)

h.    Para que continue havendo homens fiéis que ensinem outros: “Portanto, você, meu filho, fortifique-se na graça que há em Cristo Jesus. E as palavras que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie-as a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar outros.” (2Tm 2. 1-2)

14. Mas ainda podemos dizer um pouco mais sobre essa importância. A EBD é importante porque nela o ensino é bíblico, e a Bíblia é, dentre outras coisas:

a.    Lâmpada/luz: “Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz, para o meu caminho.” (Salmos 119:105 RC) / “E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração,” (2 Pedro 1:19 RC)

b.    Espada: “Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus,” (Efésios 6:17 RC)

c.    Aguilhão e prego bem fixado: “As palavras dos sábios são como aguilhões e como pregos bem fixados pelos mestres das congregações, que nos foram dadas pelo único Pastor.” (Eclesiastes 12:11 RC) – Fere, guia, alcança resultados e dá firmeza

d.    Agente de santificação: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.” (João 17:17 RC) / “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra.” (Salmos 119:9 RC)

e.    O livro que nos diz como ser libertos do pecado

f.     O livro que nos ajuda a reconhecer ensino verdadeiro e ensino falso

g.    O livro que nos provê de bom conselho para nossos problemas

h.    E, por fim, a EBD é importante porque nela o ensino é bíblico, e a Bíblia é nosso manual de fé e conduta. Nós Batistas temos vários documentos escritos, dentre ele a Declaração Doutrinária e a Declaração de nossos princípios. Dentro de nossos princípios consta a questão da autoridade, que inclui a Bíblia como Palavra de Deus. E sobre a Bíblia assim está escrito: A Bíblia fala com autoridade porque é a Palavra de Deus. É a suprema regra de fé e prática porque é testemunha fidedigna e inspirada dos atos maravilhosos de Deus através da revelação de si mesmo e da redenção, sendo tudo patenteado na vida, nos ensinamentos e na obra salvadora de Jesus Cristo. As Escrituras revelam a mente de Cristo e ensinam o significado de seu domínio. Na sua singular e una revelação da vontade divina para a humanidade, a Bíblia é a autoridade final que atrai as pessoas a Cristo e as guia em todas as questões de fé cristã e dever moral. O indivíduo tem que aceitar a responsabilidade de estudar a Bíblia, com a mente aberta e com atitude reverente, procurando o significado de sua mensagem através de pesquisa e oração, orientando a vida debaixo de sua disciplina e instrução. A Bíblia, como revelação inspirada da vontade divina, cumprida e completada na vida e nos ensinamentos de Jesus Cristo, é a nossa regra autorizada de fé e prática.

 

CONCLUINDO

 

15. Concluo citando novamente Isaltino, que disse:

 

No livro O mundo de Sofia, o doutrinador de menina Sofia diz que a criança é  o verdadeiro filósofo, porque ainda não perdeu a capacidade de se encantar. Os adultos se acostumaram com as verdades, com o mundo, perderam esta capacidade de se encantar. As coisas se tornaram rotina. O doutrinador lhe escreve: “Podemos dizer que um filósofo permanece a vida toda tão receptivo e sensível às coisas como um bebê. E agora você precisa se decidir, querida Sofia: você é uma criança que ainda não se ‘acostumou’ com o mundo? Ou você é uma filósofa capaz de jurar que isto nunca vai lhe acontecer?”

 

Quando acontece de nos “acostumarmos” à vida espiritual, perdemos a capacidade de nos encantarmos, na área espiritual, e perdemos também a capacidade de aprender algo novo. Já sabemos tudo e tudo se tornou rotina. Espero que os participantes deste encontro ainda estejam encantados. Com a Bíblia, com a igreja, com a EBD, com sua tarefa. Porque gente que fez da vida espiritual uma rotina não consegue impactar ninguém. É preciso que nos impressionemos com o mundo da igreja para impressionarmos os outros. E muito mais necessário é que nos impressionemos com a Bíblia e seu estudo para conseguirmos ensiná-la de maneira impactante. Porque o ensino que impacta vidas depende fundamentalmente de algo bem simples: que seja ministrado por pessoas que foram impactadas.

 

 

FONTES DE CONSULTA EXTRA-BÍBLICAS:

 

·         http://prkleberson.blogspot.com.br/2013/04/a-importancia-da-ebd-ii-tim314-17-tito.html

·         http://www.isaltino.com.br/2011/11/ebd-um-ensino-para-impactar-vidas/

·         http://www.ebdonline.com.br/definicao.htm